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Delegacia de Defesa da Mulher em Carapicuíba, São Paulo

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Delegacia de Defesa da Mulher em Carapicuíba, São Paulo : Informações Úteis

Horário de atendimento

Horários de Funcionamento: Fechado
Segunda-feira
08:00 – 18:00
Terça-feira
08:00 – 18:00
Quarta-feira
08:00 – 18:00
Quinta-feira
08:00 – 18:00
Sexta-feira
08:00 – 18:00

Endereço

Endereço:

Avenida Rui Barbosa, 1582 - Centro, Carapicuíba, São Paulo

CEP:06311-001

Veja o mapa e como chegar ao local

Site: http://www.policiamilitar.sp.gov.br

Telefone

+55 11 4167-2649

Número de telefone para Delegacia de Defesa da Mulher em Carapicuíba

+55 11 4167-2649

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  • Thiago Tenorio
    2018-02-07
    " A Delegacia é muito negligente no que se refere ao atendimento à mulher vítima de violência! Uma amiga sofreu violência e se enquadrava perfeitamente na Lei Maria da Penha (Lei n° 11.340). Foi empoderada por amigos e familiares para recorrer às autoridades policiais e à justiça, porém após fazer o B.O. teve que sair de Guarulhos para Carapicuíba porque na DP de Guarulhos (erroneamente) já exigiram que a representação fosse feita lá. Ao chegar em Carapicuíba, esperou minutos e mandaram ela voltar quase 1 mês depois sem que quaisquer medidas protetivas fossem aplicadas (total negligência). Como se não bastasse, quando retornou ao local no dia e hora agendados, teve que ABSURDAMENTE AGUARDAR 6 HORAS para ser atendida!! Se não tivesse sido apoiada para dar continuidade, teria desistido de dar continuidade ao caso (e não é nem preciso explicar porque né?!).. Agora imaginemos quantas MULHERES VÃO SER MORTAS POR TOTAL NEGLIGÊNCIA DO ESTADO E DAS AUTORIDADES COMPETENTES que nao exercem seu trabalho, por não terem o devido apoio e aparato que deveriam receber desses órgãos!? ABSURDO!! Achando pouco, a testemunha do caso que foi ser ouvida, deixou de ir ao trabalho só pra isso, chegou 10 minutos antes do dia e hora marcados e precisou aguardar quase 4 horas para ser escutada!! Porque lá NÃO É A DELEGADA QUE ESCUTA A VÍTIMA, TESTEMUNHAS E ACUSADO (como prevê a lei), mas os escrivãos. E a escrivã Regina, que agendou para a testemunha ir, simplesmente saiu durante seu expediente de trabalho, sem sequer falar com a mesma e só retornou horas depois, sem qualquer respeito a quem esperava. E só então após a testemunha reclamar pela segunda vez, um escrivão (muito educado e bem intencionado por sinal) chamado Juliano chamou a testemunha para ser ouvida e desculpou-se da demora da colega. Esse tipo de coisa não pode continuar ocorrendo ou muitas mulheres e cidadãos ainda vão morrer de graça, por pura negligência do Estado, das Secretarias de Segurança e Autoridades Policiais, que ABUSAM DE SUA AUTORIDADE e escolhem NÃO TRABALHAR! A corregedoria e promotoria serão informadas desse e de outras dezenas de casos, segundo um especialista no ramo que solicitou mais informações de cidadãos desse município. "
  • Amanda Fernandes da Silva
    2017-07-29
    " Péssimo atendimento. Profissionais sem perfil ou despreparados, pelo menos dos que eu tive contato apenas um funcionário ( escrivão homem, não me recordo o nome mas acho que era Juliano) me atendeu bem e com a devida educação e atenção, além de Se desculpar pela colega , as outras eram apáticas ou apenas escrivã pensando ser juíza. Além da demora (cheguei esperar por cinco horas para ser atendida) também há muita negligência, saí de lá pior do que ja estava, além de ser julgada por uma escriva (Sra Elaine) que ainda ameaçou apreender meus bens. O perfil do meu caso se encaixou na Lei Maria da Penha porém após voltar lá para ter informações sobre o caso (após 4 meses pois não tive mais resposta de nada), tive que ouvir praticamente que "se eu não tinha mais contato com o agressor e as ameaças pararam, não havia sentido dar continuidade naquele processo, ao menos que algo mais aconteça " ou seja nada será feito com o agressor, vivemos num país sem justiça, num país em que a vítima vai procurar ajuda e acaba sendo julgadapor aqueles que já que não podem ajudar, poderiam ouvir o relato em silêncio já que não tem nada de bom pra falar, mas ao invés disso prefere julgar, ofender e culpar. Se continuarem com esse descaso que estão, muitas mulheres continuarão sofrendo sem que nada seja feito. Agora eu entendo o que acontece na piada que este país é, que não defende nem as mulheres dessa nação e quem deveria estar lá pra ajudar só nos desanima nessa procura por ajuda. "
  • Thiago Tenorio
    2017-04-15
    " A Delegacia é muito negligente no que se refere ao atendimento à mulher vítima de violência! Uma amiga sofreu violência e se enquadrava perfeitamente na Lei Maria da Penha (Lei n° 11.340). Foi empoderada por amigos e familiares para recorrer às autoridades policiais e à justiça, porém após fazer o B.O. teve que sair de Guarulhos para Carapicuíba porque na DP de Guarulhos (erroneamente) já exigiram que a representação fosse feita lá. Ao chegar em Carapicuíba, esperou minutos e mandaram ela voltar quase 1 mês depois sem que quaisquer medidas protetivas fossem aplicadas (total negligência). Como se não bastasse, quando retornou ao local no dia e hora agendados, teve que ABSURDAMENTE AGUARDAR 6 HORAS para ser atendida!! Se não tivesse sido apoiada para dar continuidade, teria desistido de dar continuidade ao caso (e não é nem preciso explicar porque né?!).. Agora imaginemos quantas MULHERES VÃO SER MORTAS POR TOTAL NEGLIGÊNCIA DO ESTADO E DAS AUTORIDADES COMPETENTES que nao exercem seu trabalho, por não terem o devido apoio e aparato que deveriam receber desses órgãos!? ABSURDO!! Achando pouco, a testemunha do caso que foi ser ouvida, deixou de ir ao trabalho só pra isso, chegou 10 minutos antes do dia e hora marcados e precisou aguardar quase 4 horas para ser escutada!! Porque lá NÃO É A DELEGADA QUE ESCUTA A VÍTIMA, TESTEMUNHAS E ACUSADO (como prevê a lei), mas os escrivãos. E a escrivã Regina, que agendou para a testemunha ir, simplesmente saiu durante seu expediente de trabalho, sem sequer falar com a mesma e só retornou horas depois, sem qualquer respeito a quem esperava. E só então após a testemunha reclamar pela segunda vez, um escrivão (muito educado e bem intencionado por sinal) chamado Juliano chamou a testemunha para ser ouvida e desculpou-se da demora da colega. Esse tipo de coisa não pode continuar ocorrendo ou muitas mulheres e cidadãos ainda vão morrer de graça, por pura negligência do Estado, das Secretarias de Segurança e Autoridades Policiais, que ABUSAM DE SUA AUTORIDADE e escolhem NÃO TRABALHAR! A corregedoria e promotoria serão informadas desse e de outras dezenas de casos, segundo um especialista no ramo que solicitou mais informações de cidadãos desse município. "